quinta-feira, 23 de setembro de 2010

QUE MÃO DE OBRA!

Imagine que sua construção é uma empresa e você o encarregado de selecionar o pessoal para trabalhar. Prepare-se, então, para encarar uma árdua tarefa - há muitos profissionais disponíveis, mas falta qualidade nos serviços. A melhor saída é a indicação!

Cansada dos azulejos do banheiro, a moradora resolveu trocá-los por outros mais alegres. Como o serviço parecia simples, não perdeu tempo na pesquisa de mão-de-obra e contratou o assentador de piso que ofereceu o menor preço. A animação com a reforma durou pouco: no segundo dia de trabalho, ele acertou uma marretada na tubulação do prédio, deixando todos os condôminos sem água e sem esgoto. E a simples troca de azulejos transformou-se em um transtorno para o prédio.
A experiência desastrosa fez a moradora concluir que ela havia desrespeitado uma das premissas básicas da construção, o cuidado na escolha da mão-de-obra. "Sem uma boa equipe de funcionários, a casa cai. E o barato acaba saindo caro." Se a seleção não for boa, provavelmente acarretará maiores custos, desperdício de material, atrasos e muito desgaste.
Crise atrai aventureiros. Essa sempre foi uma tarefa dura, mas há três anos o problema ganhou nova dimensão. "Com a crise econômica, os preços dos serviços tornaram-se ainda mais variados. O profissional, para aumentar sua renda, acaba fazendo trabalhos para os quais não está preparado. Esses fatores dificultam a escolha e aumentam a probabilidade de erros durante a obra".
Mas, se por um lado o mercado está inchado - repleto de aventureiros que se lançam na construção civil -, há muitos trabalhadores interessados em se reciclar. "Cerca de 13 000 profissionais passam anualmente pelos nossos treinamentos. A médio prazo, isso significa um aumento na qualidade dos serviços", prevê a coordenadora de desenvolvimento do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon). Para facilitar a identificação do bom empregado, o sindicato, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), lançará no próximo ano uma avaliação para operários que tenham ou não feito os cursos dessas entidades. Os aprovados receberão certificados, que poderão servir como uma espécie de carta de apresentação. Hoje em São Paulo, a Escola Senai Orlando Laviero Ferraiuolo - conhecida como Senai da Construção - indica alunos formados pelos seus cursos.
A indicação é o melhor caminho. Enquanto essa avaliação não sai, a principal recomendação para não cair em armadilhas é trabalhar com mão-de-obra indicada por seu arquiteto ou engenheiro. Caso ele não vá acompanhar a construção, você pode pedir uma consulta extra e assessoria na escolha. Bastante cuidadoso, o gerente de banco de São Paulo, seguiu as sugestões à risca. "Estou estudando orçamentos há sete meses e encontrei valores com até R$ 10 000,00 de diferença. Para chegar a uma decisão, levei a arquiteta da obra para conferir os serviços dos pedreiros indicados", conta.

OS PASSOS PARA UMA BOA ESCOLHA

  • Peça indicação para quem reformou ou construiu - amigos, parentes ou arquitetos.

  • Visite uma obra feita pelo candidato, ou telefone para quem o contratou e certifique-se sobre a qualidade do serviço.

  • Peça pelo menos três orçamentos para o mesmo serviço.

  • Não leve em conta apenas o valor. É preferível economizar no preço do material e contratar uma mão-de-obra capacitada do que colocar uma matéria-prima cara em mãos despreparadas.

  • Faça as seguintes perguntas-chave ao candidato: há quanto tempo trabalha no ramo; quando foi seu último serviço; se atua em equipe; se fez cursos e se tem referências.

  • Evite o trabalhador que se dispõe a fazer tudo.
    Contrate-o para executar sua especialidade.

  • Para impedir acréscimos, peça um orçamento com o valor total do serviço. Preços por dia ou m2 podem guardar surpresas.

  • Antes de iniciar a obra, prepare um documento com detalhes sobre pagamento, serviço e prazos e inclua as assinaturas das duas partes e de duas testemunhas. Não é preciso registrá-Io em cartório. E lembre-se: trabalhos temporários não estabelecem vínculo empregatício. lsso só acontece quando a prestação de serviço é constante, com pagamentos regulares de salário. Inclusive, se ocorrer acidente em sua obra com o trabalhador, você não é responsável - a menos que tenha desrespeitado as condições de segurança.
Veja na página Show Room da Casa, indicações de profissionais qualificados
Fonte: Revista Arquitetura e Construção - Dezembro/99
Para ler esta reportagem na íntegra procure a fonte citada em bancas ou bibliotecas
de sua cidade
.




"E foi também congregada toda aquela geração a seus pais, e outra geração após eles se levantou, que não conhecia o SENHOR, nem tampouco a obra que fizera a Israel."
Juízes 2:10

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

ARQUITETURA COMERCIAL - FACHADA!

A IMPORTÂNCIA DA BOA ARQUITETURA PRESENTE EM SEU COMÉRCIO!

Não há dúvidas de que um ambiente bonito, funcional e confortável favorece o bom desenvolvimento do trabalho dos funcionários de uma loja e estimula as compras por parte dos clientes.

Essa preocupação, é claro, deve estar presente em todo o conjunto da loja, desde seus depósitos e áreas de serviço, passando pela área de vendas até alcançar a fachada. Isto demonstra a preocupação do empreendedor com os detalhes e com certeza, em um mundo altamente competitivo, são os detalhes que fazem a diferença.

Daí a importância de que uma loja já tenha uma boa apresentação naquela sua parte que pode ser considerada um verdadeiro cartão de visitas: a fachada. Sendo a fachada a primeira

referência física da loja para o público, pode fazer realmente a diferença e transformar um pedestre, um motorista ou um passageiro, efetivamente, em um cliente.



Não é recomendável aguardar até que a fachada apresente um aspecto deteriorado para reformá-Ia: o empreendedor deve estar permanentemente atento a manter sempre 100% este elo de comunicação com sua clientela atual e potencial. Não bastasse o desgaste natural dos elementos que fazem parte de uma unidade de varejo, o mundo dos negócios muda muito velozmente e é importante acompanhar as transformações nas expectativas do mercado.

Não é por acaso que as fachadas geralmente são bem elaboradas. Sem causar uma boa impressão desde o primeiro momento, os esforços de vendas terão que ser redobrados quem sabe, apenas para suprir uma primeira comunicação deficiente.

Esta é pois a palavra chave quando se fala de fachadas para uma loja: comunicação. A fachada será tão mais eficiente como elemento de apoio às vendas, quanto maior for sua capacidade de comunicar às pessoas tudo aquilo que a loja que lhe está por trás pode potencialmente oferecer.



A primeira idéia que deve ser passada de imediato é a de cuidado, asseio e limpeza. Não adianta criar uma bela fachada se não for realizada uma manutenção adequada, que muitas vezes não vai além da água e sabão. Ou seja, para combater aquele indesejável depósito de poeira e fuligem que tanto prejudica a leitura correta dos elementos da fachada e para demonstrar que o empreendedor trata com carinho seu negócio, a fachada deve ser mantida sempre limpa e bem conservada. Eventualmente, uma limpeza básica deve ser suficiente. Se já houver sinais de deterioração, porém, é recomendável que se providencie uma reforma, nem que seja apenas um retoque na pintura - para que a fachada continue com seu grande poder de comunicação. É indispensável, portanto que os elementos da fachada sejam de fácil manutenção e que o acesso a eles seja prático.



Em se falando de limpeza, existe um outro tipo de poluição que ataca muitas das fachadas de lojas: não se trata desta vez de poeira, fuligem, nem chuvas ácidas: estamos falando da tão temida poluição visual. Às vezes, envolvidos pelo entusiasmo de faturar um pouco mais, alguns empreendedores fazem um verdadeiro loteamento de suas fachadas para informações de seu negócio ou publicidade de fornecedores. Não queremos dizer que estas formas de comunicação e faturamento são erradas, muito pelo contrário, podem contribuir positivamente para o negócio, desde que guardados certos limites. Deve-se portanto, evitar uma poluição visual excessiva que prejudique a leitura por parte do público pelo excesso de informações, ou que transmitam uma idéia de bagunça, desorganização.

Uma vez definidos estes critérios, a preocupação imediata deve ser com a harmonia dos elementos que compõem a fachada. O próprio prédio que abriga a loja tem algumas características arquitetônicas específicas: volumes, reentrâncias, janelas, portas, marquises, frisos, telhado, etc. que devem ser consideradas.



Outro elemento importante são os materiais de revestimento. A escolha correta dos materiais pode enriquecer visualmente a fachada transmitindo diversas idéias. Materiais nobres como pedras, alumínio, vidros especiais tendem a valorizar o projeto. Entretanto, materiais simples, como pintura podem também causar boa impressão desde que utilizados com critério, buscando harmonia com o conjunto e mantidos sempre bem conservados. O que não funciona, por exemplo, é escolher materiais caros, sofisticados, mas que não combinem entre si. Ou que pela falta de manutenção adquiram rapidamente um aspecto de desleixo e decadência. É importante, em todos os casos, manter em mente o público-alvo a quem se destina o estabelecimento. Como exemplos, um excesso de materiais nobres pode causar a impressão da prática de preços altos em um bairro periférico de baixa renda, enquanto um acabamento excessivamente simples pode comprometer o visual de estabelecimentos instalados em regiões de maior poder aquisitivo da cidade. Deve-se dar preferência aos materiais mais resistentes, duráveis, que não acumulem poeira e que sejam de fácil manutenção. Os materiais perto dos olhos do público e dos clientes também devem receber um melhor acabamento, enquanto aqueles vistos apenas à distância podem ter um acabamento simplificado.



Toldos e marquises especiais, bastante comuns em lojas de varejo, são elementos que merecem toda a atenção. Uma vez que têm uma função prática bem definida, que é a de proteger os clientes das intempéries quando estão chegando ou saindo da loja com suas compras, este toldos e marquises devem combinar, devem dialogar com o restante da fachada. Deve-se evitar a sensação de que foram colocados às pressas, que foram forçosamente adaptados ou que não combinem visualmente com o prédio ou com a comunicação visual.

Outro elemento que deve se harmonizar com os restantes é exatamente a comunicação visual. Os letreiros da loja, assim como os de patrocinadores, devem manter uma ordem que, como recomendamos acima, não venha a poluir e transmitir uma idéia de desorganização na fachada. Em termos de hierarquia, o nome da loja deve sempre vir em destaque. Ou seja, o usuário não pode ter dificuldades para identificar o nome e ramo de atividade de uma loja de varejo. Isso pressupõe que os letreiros que identificam a loja estejam em local de destaque, com boa visibilidade e iluminação adequada e que tenham "peso" visual compatível. Não vale exagerar em painéis de patrocinadores minimizando o nome do estabelecimento. Tudo deve ter sua importância relativa e equilibrada na fachada. Os letreiros, painéis e semelhantes também devem ser bem conservados. Se estiverem sujos ou com lâmpadas queimadas podem fazer até o efeito contrário que se deseja: assustar os consumidores. Os clientes poderão tirar conclusões às vezes erradas: "se 'ele' cuida tão mal assim da fachada, que é seu cartão de visitas, como estará cuidando das suas dependências internas?".



Os custos de manutenção e operação de uma Unidade de Varejo, desde o layout da loja até a fachada também podem ser minimizados a partir de um bom projeto de arquitetura e programação visual. Ao projetar, todos os fatores que concorrem para a construção de uma fachada bonita e eficiente podem ser estudados e harmonizados antes da execução, garantindo um melhor resultado final. Um bom Projeto de Arquitetura para a fachada de uma Unidade de Varejo deve buscar ao mesmo tempo relacionar a loja com a vizinhança, sem agredi-Ia, sem causar transtornos desnecessários aos vizinhos (que enfim, são clientes também) mas também fazendo com que a edificação marque sua presença e seja rapidamente identificada pelo público consumidor como uma Unidade de Varejo competitiva.



Abaixo incluímos uma lista de rápida sobre o que fazer e o que evitar quando o assunto é reformar a fachada de uma loja de varejo:



O QUE FAZER:



Fachadas que se harmonizem com a vizinhança mas que marquem sua presença;

Fachadas com espaços previstos e adequados para publicidade/merchandising;

Fachadas que reforcem a personalidade da Unidade de Varejo, eventualmente podendo se tornar uma "marca registrada" da loja, inclusive em futuras expansões

Fachadas que agradem ao maior número de pessoas, principalmente, é claro, os clientes;

Fachadas de manutenção simples

Fachadas e acesso à loja bem iluminados, dando ampla visão à comunicação visual e outros elementos do prédio que mereçam um destaque;

Cuidar da calçada como parte integrante da fachada, estabelecendo locais apropriados para o acesso de pessoas com dificuldade de locomoção e para a guarda de carrinhos de compras;

Manter a frente da loja sempre limpa e organizada, inclusive com lixeiras e, quem sabe, espaços ajardinados que amenizam o ambiente;

Reservar áreas apropriadas para o estacionamento de veículos para que estes não ocultem trechos importantes da fachada (que é um apelo de vendas) e não prejudiquem o trânsito de pedestres e dos próprios clientes.

Instalar elementos de comunicação visual como letreiros elou tótens que destaquem a loja com elegância e que possam ser vistos a uma maior distância ou rapidamente lidos por condutores de veículos, indicando acessos e outras informações que forem importantes aos clientes



O QUE EVITAR:



Fachadas que se destaquem excessivamente na paisagem causando transtorno para a vizinhança;

Fachadas poluídas com excesso de publicidade ou com peças colocadas em locais inadequados;

Fachadas repetitivas ou que simplesmente copiem a concorrência sem demonstrar personalidade;

Fachadas cuja principal ou única vantagem seja a facilidade de execução, ou preço reduzido, ou o gosto do empreendedor. O mais importante é o gosto do cliente e do mercado.

Fachadas de difícil manutenção, pois uma fachada simples mas bem mantida é melhor do que uma sofisticada mas deteriorada;

Trechos escuros e sem vida, penumbras e acessos complicados à loja que provoquem insegurança nos clientes ou na vizinhança.

Calçadas sujas, mal executadas, com buracos ou ressaltos, com degraus desiguais - muito baixos ou muito altos, ou ainda, com o meio-fio muito alto.

Frente da loja tumultuada, suja pela falta de lixeiras para os freqüentadores; caixas de madeira ou papelão empilhadas; Frente da loja muito árida sem árvores ou jardins ou até mesmo sem coberturas que ofereçam sombra e abrigo da chuva para os clientes e pedestres. Lembremos que um jardim bem cuidado sempre transmite uma idéia de zelo.

Áreas de estacionamento mal projetadas, em espaços exíguos ou em vias de alto tráfego que dificultem as manobras; áreas de estacionamento que ocultem a própria entrada da loja exigindo malabarismos dos clientes; Dar prioridade aos veículos quando a prioridade correta é para as pessoas que podem ter sua segurança comprometida por um fluxo inadequado de veículos.

Letreiros mal proporcionados, muito pequenos que não possam ser lidos rapidamente ou muito grandes e que agridam ao prédio da loja, aos vizinhos e à cidade; Sinalização inadequada que confunda ou desoriente os clientes ou que possa provocar acidentes.
 
 
"Portanto, o mesmo Senhor vos dará um sinal: eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel."
Isaías 7:14

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Programação das feiras e eventos - Setembro

Construir Brasília 2010 - Feira Internacional da Construção


◦Data: de 29 de setembro a 02 de outubro / 2010

◦Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães - Brasília - DF

◦Horário: 4ª a 6ª feira - das 14h às 22h
sábado - das 13h às 21h

Mais informações: www.feiraconstruir.com.br/df







Construir Minas 2010 - Feira Internacional da Construção

"Além de conferir o melhor da construção, os profissionais do setor vão poder participar de palestras, conferências e congressos voltados para atualização profissional".



◦Data: de 15 a 18 de setembro / 2010

◦Local: Expominas - Belo Horizonte / MG

◦Horário: 4ª a 6ª feira - das 14h às 22h
sábado - das 13h às 21h

Mais informações: www.expoconstrucao.com.br







20ª Feira Nacional da Louça e Feira de Decoração, Artesanato e Produtos para o Lar

Tradicional feira que faz da cidade Campo Largo a “Capital Nacional da Louça”.



◦Data: de 2 a 12 de setembro / 2010.

◦Local: BR 277 - Ginásio da Rondinha (Polentão), ao lado da Igreja São Sebastião - Campo Largo / PR

◦Ingresso: R$ 3,00
Maiores de 60 anos e menores de 12 anos não pagam.



Nossa Casa - Feira do Lar e Decoração

◦Data: 03 a 12 de setembro / 2010

◦Local: Mendes Convention Center - Santos / SP

Mais informações no site: www.diretriz.com.br





13ª Fiaflora ExpoGarden - São Paulo

Principal evento do Paisagismo, Jardinagem, Lazer e floricultura da América Latina.



◦Data: de 23 a 26 de setembro / 2010

◦Local: Anhembi, São Paulo / SP

◦Horário: dias 23 e 24 de setembro - das 12:00 às 21:00 h
dias 25 e 26 de setembro - das 10:00 às 21:00 h

Mais informações no site: http://www.expogarden.com.br/





7º Home Art - Joinville

A Home Art tem como objetivo apresentar ao mercado consumidor de Santa Catarina as melhores opções de produtos e serviços do segmento de móveis e decorações.



◦Data: de 10 a 19 de setembro / 2010

◦Local: Centro de Eventos Cau Hansen Expocentro Edmundo Doubrawa - Av. José Vieira, 315 - Bairro América - Joinville / SC

◦Horário: 2ª a 6ª feira - das 16:00 às 22:00 h
Sábados - das 14:00 às 22:00 h
Domingos - das 14:00 às 21:00 h

◦Ingresso: R$ 6,00
Menores de 12 anos não pagam
 
 
 
"Quem é fiel no mínimo também é fiel no muito; quem é injusto no mínimo também é injusto no muito."
Lucas 16:10

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Rio Arquiday Show

Boa noite,

No dia 16 de setembro, haverá um evento imperdível no Rio de Janeiro.

O principal objetivo do evento é a divulgação da arquitetura carioca, potencial, oportunidades, e investimentos no Estado, troca de experiências entre clientes corporativos, investidores, construtoras e arquitetos.

O evento se destina a:

Investidores, Clientes financiais corporativos, Arquitetos, Contrutores, Engenheiros e Órgãos Públicos.

Não perca a oportunidade pois a entrada é franca e as vagas limitadas.




Para obter mais informações e visualizar o convite eletrônico, visite o site da Flex Eventos.





Deus é fiel!

Fifa espera o projeto do estádio paulistano

Paulo Favero e Sílvio Barsetti
Entidade só vai tomar posição sobre arena em Itaquera após receber documentação por parte do Comitê Paulista
O Estado de S.Paulo


A Fifa só vai se pronunciar oficialmente sobre o estádio do Corinthians, em Itaquera, quando receber o projeto do Comitê Paulista para a Copa de 2014. O secretário-geral da entidade, Jérome Valcke, está no Rio, pode conceder entrevista hoje, mas não deve falar da arena paulistana. "O Comitê Organizador Local (COL) do Mundial e a Fifa não podem se manifestar antes da apresentação do projeto. O próximo passo é do Comitê Paulista", disse Rodrigo Paiva, diretor de Comunicação do COL.


Valcke reuniu-se ontem, na sede da CBF, no Rio, com o presidente da confederação, Ricardo Teixeira, e o ministro do Esporte, Orlando Silva. O encontro tratou de questões relacionadas ao Mundial, como as obras de infraestrutura nas cidades-sedes, as reformas e construções de estádios e até trégua da Fifa, que decidiu evitar críticas ao governo federal pela lentidão das obras prometidas. Falou-se também na arena paulista.


O Comitê Paulista recebeu esta semana consultas, feitas por representantes do Corinthians, para entender como funciona a metodologia de indicação de um estádio para a Copa. É atribuição do comitê fazer a indicação do local dos jogos na cidade e, por isso, o clube só quer entrar na disputa com o seu respaldo. "Vamos seguir a cartilha", disse uma das pessoas envolvidas.


O Corinthians, seguindo os conselhos recebidos, mandará o projeto de seu estádio para o comitê, que vai avaliar e escolher uma das possibilidades: para a abertura da Copa ou para partidas normais. Depois desta análise, o material será enviado para o Comitê Local da Fifa.


Aprovado. Ontem, o Conselho de Orientação (Cori) do clube aprovou por unanimidade o projeto de Itaquera. O próximo passo é submetê-lo ao Conselho Deliberativo (CD), o que vai acontecer na reunião de quinta-feira. "É o melhor projeto", comentou o presidente do CD, Carlos Senger. O Corinthians quer apenas trabalhar no projeto para 48 mil pessoas. Muita gente no clube ainda não se convenceu de que a Copa é uma boa.


Outra preocupação do Corinthians é superar a parte burocrática para não atrasar o cronograma das obras, previstas para começarem em janeiro. Justamente por causa disso, a inclusão do estádio na Copa será feita paralelamente às etapas de construção. Na ordem do dia estão as questões que envolvem o terreno em Itaquera e a licença ambiental para o projeto.

Enquanto São Paulo não oficializou seu estádio, o Rio aproveita para seduzir Valcke. Hoje, o secretário-geral da Fifa terá agenda cheia na cidade. Vai conhecer a Cidade da Música (cotada para receber o sorteio das eliminatórias, em julho de 2011) o Forte de Copacabana, um centro de convenções num prédio do centro e uma área no entorno do Aterro do Flamengo, locais oferecidos pela prefeitura do Rio para abrigar instalações do Mundial. Valcke volta para a Europa no fim do dia.





Fonte: O Estado de S. Paulo - SP






"Também me deste o escudo da tua salvação; a tua mão direita me susteve, e a tua mansidão me engrandeceu."
Salmos 18:35

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Índice Nacional da Construção Civil aumenta 0,31% em agosto, nota IBGE - Daniela Braun

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) subiu 0,31% em agosto, apontando desaceleração em relação a julho deste ano, quando avançou 0,74%. Na comparação com agosto do ano passado, o indicador registrou elevação de 0,11 ponto porcentual, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O custo nacional da construção por metro quadrado saiu de R$ 752,86 em julho para R$ 755,21 um mês depois. Desse total, R$ 426,31 se referem a gastos com materiais e R$ 328,90 com a mão de obra.
No acumulado do ano, o Sinapi situou-se em 5,43%, acima dos 4,37% observados entre janeiro e agosto de 2009. Considerando os últimos 12 meses, a variação foi de 6,92%, superior à variação registrada dos 12 meses imediatamente anteriores (6,79%).
A parcela de mão de obra registrou maior redução no ritmo de aumento, com variação de 1,06% em julho para 0,21% em agosto, e a parcela dos materiais de construção registrou alta de 0,39% em agosto, abaixo da variação de 0,49% observada em julho.
Regionalmente, em agosto, a maior taxa foi observada na região Norte (0,79%), impulsionada pelos reajustes salariais ocorridos no Amazonas, e a menor ocorreu no Sul do país (0,19%).





Fonte: Valor Online




"Porque eu o tenho conhecido, que ele há de ordenar a seus filhos e a sua casa depois dele, para que guardem o caminho do SENHOR, para agirem com justiça e juízo; para que o SENHOR faça vir sobre Abraão o que acerca dele tem falado."
Gênesis 18:19

Caçadores de arranha-céus - João Werner Grando

Como em apenas três anos a BR Properties, controlada pela GP Investimentos, conseguiu se tornar a maior administradora de imóveis comerciais do país.
Se existe algo de que os jovens engenheiros Martin Jaco, Marcelo Carletti e Rogério Cardoso não podem reclamar é de monotonia. Responsáveis pela área de investimentos da BR Properties, a maior empresa de administração de imóveis comerciais do país, eles fizeram nada menos que 62 aquisições desde que a companhia iniciou suas operações, em março de 2007 - média de 1,7 compra por mês. Desde abril, em meio ao ritmo intenso, o trio teve de encontrar tempo para se dedicar a um projeto megalomaníaco no Rio de Janeiro. Jaco, Carletti e Cardoso decidiram comprar algo que não estava à venda. A segunda torre do edifício Ventura, empreendimento de 21 000 metros quadrados e 17 andares localizado na disputada orla carioca, era um antigo sonho de consumo de Jaco, que há três anos é diretor de investimentos da BR Properties. Quando o prédio ainda estava em construção, em 2007, ele chegou a se reunir algumas vezes com Daniel Cherman, diretor executivo da incorporadora americana Tishman Speyer no Brasil, dona do negócio. As negociações não avançaram até a última semana de maio deste ano. Unido ao BTG, do banqueiro André Esteves, Jaco ofereceu 680 milhões de reais pelo Ventura. O martelo foi batido no dia 12 de agosto, fazendo da venda do Ventura o segundo maior negócio imobiliário já realizado no país. (O maior foi a aquisição da sede do banco Santander por 1 bilhão de reais em junho de 2008.) "Os melhores negócios são os que não estão com uma placa de ‘vende- se' na porta", diz Jaco.


Controlada pelo fundo de private equity GP Investments, a BR Properties converteu-se no último ano em um dos investimentos mais promissores dentro do grupo, não somente porque encerrou 2009 com um lucro de 30 milhões de reais, mas por seu potencial de crescimento. Em seu banco de dados, há mais de 1000 edifícios e galpões comerciais cadastrados - 200 deles acrescentados neste semestre. A seleção desses possíveis alvos de compra é feita com base em estudos de consultorias especializadas, relatórios de logística, dados de expansão do consumo e sola de sapato. Cada empreendimento, esteja ele oficialmente à venda ou não, é visitado por pelo menos um dos três executivos. Em seguida, eles cruzam todos os dados com um levantamento realizado nas prefeituras sobre novas construções e possíveis mudanças nas leis de zoneamento. Segue-se, então, um exercício de futurologia: o trio cria uma espécie de mapa com o que será a região nos próximos três anos. "De cada cinco imóveis que estudamos, entramos em negociação com apenas um", diz Carletti.



Oportunidade
Um dos melhores exemplos dessa lógica é o edifício Panamérica, localizado na zona sul de São Paulo. Como o prédio ficava próximo a duas estações de trem - Campo Limpo e Pinheiros -, o trio deduziu que o local seria ideal para abrigar serviços de mão de obra intensiva, como call center e TI para grandes empresas. Em meados de 2007, a BR Properties comprou 40% do imóvel por 54 milhões de reais. De lá para cá, os aluguéis do prédio subiram 22% acima da média do mercado. Estima-se que o edifício Panamérica renda à BR Properties 680.000 reais mensais. "A demanda para um imóvel como esse era garantida", diz Cláudio Bruni, presidente da BR Properties. "Não poderíamos deixar passar a oportunidade."
Nesse processo de seleção, a experiência prévia dos executivos tem ajudado. Jaco, de 41 anos de idade, trabalhou por 12 anos na consultoria imobiliária CB Richard Ellis. Os outros dois membros do time trabalharam em projetos de expansão de grandes varejistas - Cardoso, de 30 anos, foi responsável pela implantação de 90 lojas da rede de supermercados Dia, do Carrefour, entre 2005 e 2007; e Carletti, de 33, cuidou da ampliação da rede McDonald's no Brasil no mesmo período. "Esse conhecimento é o grande diferencial da BR Properties", afirma André Rosa, diretor de vendas e investimentos da consultoria Jones Lang LaSalle. O histórico recente da BR Properties explica, em grande medida, seu desempenho na bolsa. Ao abrir seu capital, em março deste ano, a empresa conseguiu levantar 750 milhões de reais. Embora tenha tido em 2009 um faturamento menor que o das concorrentes CCP, controlada pela Cyrela, e São Carlos, controlada por Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira, a BR Properties tem um valor de mercado duas vezes maior que essas empresas, na casa dos 2 bilhões de reais.


Longo Prazo
Em linhas gerais, pode-se dizer que a BR Properties segue um caminho semelhante ao trilhado pela administradora de shopping centers BR Malls, que também pertencia ao GP. Criada após a compra da Ecisa, em dezembro de 2006, a empresa rapidamente partiu para um ritmo frenético de aquisições: 28 em pouco mais de três anos. Em 2007, a BR Malls passou da quinta para a primeira posição entre as empresas do setor. Ao mesmo tempo, sua política de corte de custos exigia que os gastos de cada empreendimento caíssem 20% nos quatro primeiros meses após a compra. Com isso, a GP conseguiu fazer com que o lucro da BR Malls triplicasse em três anos, para 207 milhões de reais. (Em janeiro, o fundo terminou de vender sua participação na empresa, que chegou a 27,5%, o que lhe rendeu 500 milhões de reais, o triplo do que havia investido.) Na BR Properties, a meta é reduzir os gastos com condomínio 19% no primeiro ano e 7% no segundo. "Estamos criando a BR Malls dos escritórios", diz Antonio Bonchristiano, sócio da GP. "Mas não temos a intenção de sair dela tão cedo."





Fonte: Portal Exame



"Ninguém há que possa fazer escapar das Minhas mãos. Agindo Eu, quem impedirá?"
Isaías 43-13

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Arquitetos criticam o Rio-2016

Um processo de seleção lançado pelo Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos do Rio-2016 para a construção do Centro Olímpico de Treinamento do Rio está sendo criticado pelo IAB (Instituto de Arquitetos do Brasil).
O instituto condena a divisão de responsabilidades determinada pelo edital e os critérios adotados para escolher a empresa vencedora.
Para o presidente do IAB-RJ, Sérgio Magalhães, a licitação peca pela falta de transparência e por dar mais importância ao custo do que à qualidade do projeto.

A Folha tentou ouvir responsáveis do comitê organizador dos Jogos do Rio, durante todo o dia de ontem, mas não obteve resposta.
Segundo Magalhães, o edital lançado em 19 de agosto prevê que uma empresa desenvolva o conceito do projeto para o Centro Olímpico. Essa mesma empresa deve criar um estudo preliminar -os projetos de cada edifício, apresentados por meio de croquis e plantas.
O comitê organizador pretende lançar outra licitação para definir quem vai aprofundar esses projetos e transformá-los em obras reais. O projeto básico de arquitetura e de paisagismo, por exemplo, caberá ao vencedor dessa segunda licitação.
"Nunca vi isso: uma empresa faz o estudo preliminar e outra o detalha. Quem faz o estudo preliminar sempre dá sequência à obra, mas o comitê inventou essa novidade", critica Magalhães, que também não aprovou a importância atribuída ao preço durante a escolha do projeto.
"Uma intervenção dessa expressão não pode ser entregue a alguém com base em um quesito tão fortuito como preço", opina Magalhães.
Ele vê também no prazo exíguo para a entrega do escopo do trabalho, de apenas dez semanas, uma ameaça à qualidade do Centro Olímpico carioca. "Esse prazo não é compatível com a importância do projeto", diz.
CONCURSO


Para Magalhães, o ideal seria realizar um concurso arquitetônico no qual o preço seria definido pelo comitê e, com base nisso, os interessados enviariam seus projetos para uma comissão julgadora responsável pela escolha.

Segundo o edital do comitê, a seleção será feita em três etapas. A primeira é de mera habilitação administrativa. Depois serão avaliadas as propostas técnicas e, por fim, serão comparados os preços de cada concorrente.
Vence o processo de seleção a empresa que somar mais pontos nas etapas.



Fonte: Folha de S. Paulo - SP


Deus é fiel!

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Entrevista com o arquiteto Eduardo Castro Mello

Há quase 40 anos, o arquiteto Eduardo de Castro Mello se especializou em arquitetura esportiva. É dele o projeto do Estádio Mané Garrincha, feito em 1970, agora nomeado Estádio Nacional de Brasília, que passará por reforma orçada em cerca de R$ 800 milhões, com projeto de sua autoria. Nesta entrevista Mello fala sobre o novo estádio, sua inspiração e as especificações do projeto.


O que representou o Mané Garrincha e que se espera do novo Estádio Nacional de Brasília?
O atual Maná Garrincha foi projetado pelo nosso escritório em 1970 para ser um estadio olímpico com pista de atletismo e com capacidade prevista para 110.000 lugares. As competições de atletismo foram raríssimas nestes 40 anos e sua construção nunca se completou. Para 2014 nosso projeto propõe uma reforma no espaço com adaptações e modernizações para adequa-lo as normas e requerimentos específicos da FIFA Desaparece a pista de atletismo, o campo de jogo é rebaixado em 4,50m e a arquibancada inferior se aproxima das linhas laterais e de fundo do campo.


Qual foi sua inspiração para criá-lo?
O estadio esta localizado em uma área que concentra as mais importantes obras arquitetônicas de Brasília com a assinatura do mestre Oscar Niemeyer e portanto nossa proposta deveria apresentar uma solução plástica que pudesse "dialogar" com as obras de arte vizinhas. Nossa proposta para o novo estadio traz os pilares marcantes nas fachadas e grandes varandas. A ideia é respeitar a imagem já consolidada de Brasília.


Em quanto tempo ele ficará pronto?
Brasília pretende com este projeto sediar o jogo de abertura da Copa de 2014, mas antes disso em julho de 2013 sera realizada a Copa das Confederações e para que o estadio seja utilizado é necessário que o mesmo esteja finalizado em dezembro de 2012.


O que o novo complexo tem de novidades?
Todas as instalações de tecnologia de informações necessárias a um grande evento como a Copa do Mundo, além de uma proposta de cobertura retrátil para a parte central da cobertura do estadio, que devera ser executada apos a realização da Copa. Ela terá grande utilidade para a realização de shows artísticos previstos para a arena multiuso.

Como é o sistema de construção? É pré-moldado?
Os pilares de sustentação e o anel de compressão do sistema de cobertura serão em concreto de alto desempenho moldado in-loco. Já as arquibancadas e lajes serão em estruturas pré-moldadas. Tecnicamente são os sistemas mais indicados para a construção e representam o melhor custo-beneficio.


Quando o novo estádio estará pronto?
Dezembro de 2012




Fonte: Mais Comunidade




Deus é fiel!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Brasileiros são premiados em concurso da UIA para jovens arquitetos na Turquia

O Projeto "Dance Dense Copacabana", dos arquitetos Fagner Marçal Fonseca e Olivia Marra, do Rio de Janeiro, recebeu o terceiro prêmio no concurso de idéias para jovens arquitetos "Urban Interaction Areas in 2023: Public Squares". A competição foi promovida em maio de 2010 pela Câmara de Arquitetos da Turquia, sob chancela da União Internacional dos Arquitetos (UIA), durante o "5th International Young Architects Meeting", que aconteceu na cidade de Antalya, Turquia.
Para o tema do concurso, arquitetos nascidos a partir de 1971 foram convidados a imaginar e criar espaços, em local de livre escolha, que promovessem o intercâmbio entre os cidadãos de hoje e de amanhã. Os brasileiros imaginaram um cenário formado por um imenso tapete feitos de cangas, que reagem conforme a temperatura e a pressão atmosférica, criando diferentes cores sobre as areias da praia de Copacabana.
O arquiteto turco Cengiz Bektas liderou o júri internacional, que escolheu três prêmios principais e uma menção honrosa entre 78 projetos inscritos. O primeiro lugar ficou para o egípcio Taymour Moustafa Senbel, enquanto o segundo foi entregue a Atakan Palasoglu, da Turquia. Já a menção honrosa foi dada ao arquiteto espanhol Jorge Cortes de Castro.



Veja o site oficial do concurso: http://www.youngarchitectsmeeting.com/ana.cfm
 
Deus é fiel!

Fechado o contrato para reformar a praça Roosevelt

A prefeitura de SP assinou anteontem o contrato com a empresa Paulitec Construções, que vai executar a reforma na praça Roosevelt, na região central da cidade. A data de início das obras ainda não foi definida.

O contrato firmado tem valor de R$ 37 milhões e a obra deve durar dois anos.

Com a reforma, a área vai ganhar cachorródromo, playground, minibiblioteca, rampas, escadas e mais árvores.

O início do projeto estava previsto para 2006, quando foi orçado em R$ 13 milhões.

Em julho passado, a Folha noticiou que os dois fossos que hoje exibem o tráfego da radial Leste-Oeste serão fechados.

Além disso, o trecho final da rua João Guimarães Rosa, entre as ruas da Consolação e Gravataí, será transformado em um calçadão.

Espaços do 7º Batalhão da Polícia Militar e floriculturas deverão ser desocupados, pois estão no perímetro que será demolido. A nova praça terá um posto policial, mas ele ficará voltado para a rua Augusta.





Fonte: Folha de S. Paulo - SP


Deus é fiel!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

10 dicas para a boa saúde financeira do freelancer

Maior parte do sucesso com a saúde financeira, seja de pessoa física ou jurídica, está na disciplina e no bom senso. Pensando nos profissionais que atuam de forma autônoma, com empresa formal ou não, o Comunica Geral foi atrás de dicas valiosas para quem busca constantemente uma vida financeira mais saudável.

Consultamos dois profissionais especialistas em consultoria financeira (conheça as fontes no final do artigo) e selecionamos as melhores dicas:


1.O profissional freelancer, que tem receita variável, deve ter em mente economizar ao máximo;

2.Regra básica – determinar um valor mensal para ser guardado e colocá-lo como despesa fixa;

3.Nunca misturar despesas profissionais com despesas pessoais. Para isso a disciplina é a melhor saída;

4.Tenha uma conta pessoal e outra conta corrente da pessoa jurídica;

5.A única receita da pessoa física deve ser o pró-labore mensal (remuneração dos sócios que trabalham na empresa) fictício pago pela pessoa jurídica, neste caso suas receitas com os trabalhos como freelancer;

6.Evitar pagar despesas particulares com recursos da empresa e vice-versa;

7.Para o controle financeiro uma boa planilha em Excel com controle de receitas e despesas é suficiente. Outra ferramenta indicada é o Contas on line (http://www.contasonline.com.br);

8.Tenha interesse em aprender sobre investimentos, afinal de contas de que adianta economizar se não souber investir;

9.Faça uma reserva financeira para emergências – os consultores ouvidos pelo CG informaram que o valor deve equivaler entre quatro a seis meses de seus gastos fixos;

10.Leitura para quem está começando a se planejar financeiramente:

Dica de Hugo Azevedo – livros do Gustavo Cerbasi;

Dica de Flávio Oliveira – Sobrou Dinheiro, de Luis Carlos Ewald.



Vanessa Xavier, agência Casa da Notícia, para Comunica Geral



Consultores entrevistados pelo CG:



Flávio Oliveira – consultor sênior especializado em gestão financeira e tributária, com formação em Ciências Contábeis e Administração de Empresas é sócio diretor da Lucre Consultoria Empresarial e atua na gestão financeira e tributária de empresas e pessoas físicas (http://lucreconsultoria.blogspot.com/) e (http://sobroudinheiro.blogspot.com)



Hugo Daniel de Oliveira Azevedo – graduado em Ciências Econômicas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e mestre em Economia pelo IBMEC-RJ. É autor dos livros 500 perguntas (e respostas) básicas de finanças para iniciantes no mercado e 500 perguntas (e respostas) avançadas de finanças para profissionais do mercado. Atualmente trabalha no Banco Santander e é diretor acadêmico da HD Educação, sua empresa de educação financeira (http://www.hdeducacao.com.br/).


Fonte: http://www.comunicageral.com.br/


 
Deus é Fiel!

Arquitetos do Rio fizeram plano da arena

O projeto da arena do Corinthians foi concebido bem longe de Itaquera. O trabalho foi feito em segredo, em um casarão art déco na Urca, zona sul do Rio. Lá fica a sede do escritório Coutinho Diegues Cordeiro Arquitetos.


Os arquitetos cariocas já foram parceiros do Corinthians em outra empreitada.

Há cerca de um ano, eles fizeram o projeto de modernização do Pacaembu, quando o clube tentava convencer a prefeitura a permitir que administrasse o estádio.
Luis Paulo Rosenberg, diretor de marketing do Corinthians, é quem faz o contato com os arquitetos cariocas.

O escritório já havia executado outro projeto para a Copa de 2014, o da Arena das Dunas, em Natal (RN).

Para a arena de Itaquera, fez parceria com outra empresa, a DDG. O projeto mais famoso do escritório criado por quatro arquitetos, que se formaram em 1999 na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), é o da reforma do Circo Voador, na Lapa.
Ontem, a direção do Corinthians proibiu os arquitetos de dar entrevistas até a solenidade de hoje. A Folha, entretanto, conseguiu falar com o escritório antes disso.
"São profissionais competentes", disse Sérgio Magalhães, presidente do Departamento Rio do Instituto de Arquitetos do Brasil.




Fonte: Folha de S. Paulo - SP

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Helmut Jahn fará palestra no Construmetal 2010

Mais um evento importante pra galera de São Paulo...

31/08/2010 - 02/09/2010

Helmut JahnO arquiteto norte-americano Helmut Jahn fará a sua primeira palestra no Brasil, durante o Congresso Latino-Americano da Construção Metálica - Construmetal 2010, entre 31 de agosto e 2 de setembro, em São Paulo. Especialista em construções de grande porte e no emprego intensivo de estruturas de aço, Jahn falará, no dia 31 de agosto, durante o evento que é promovido pela Associação Brasileira da Construção Metálica (ABCEM).

O arquiteto defende a tese de que é preciso utilizar novas tecnologias para conservar recursos naturais, projetando edifícios que possibilitem o máximo em reciclagem, equilíbrio ambiental e conforto para os usuários. “Nenhum edifício sustentável custa pouco para ser feito, mas a economia de recursos naturais, a longo prazo, compensa os gastos iniciais”, complementa.


CONSTRUMETAL 2010
Data: 31 de agosto a 2 de setembro
Local: Frei Caneca Shopping & Convention Center
Endereço: Rua Frei Caneca, 569 - São Paulo - Capital
Inscrições: www.construmetal.com.br

* Entrada gratuita, indispensável inscrição prévia

PRÊMIO AsBEA aceita inscrições de não associados

Criado para destacar os principais projetos de seus associados, o Prêmio AsBEA, em sua edição de 2010, admitirá a participação de escritórios não filiados. Estes poderão inscrever seus projetos desde que, apresentados por um associado ou patrocinador, ingressem nos quadros da associação até 10 de setembro.

Serão julgadas obras de quinze categorias, concluídas nos últimos cinco anos. Em função da importância do conjunto de sua obras, entre os vencedores será escolhido o ganhador do prêmio especial Roberto Cláudio dos Santos Aflalo. As inscrições vão de 23 de agosto a 16 de setembro e deverão ser feitas através de http://www.asbea.org.br

Esclarecimentos podem ser obtidos através do e-mail eventos@asbea.org.br

Divergências põem fim à Bienal de Arquitetura


Uma desavença entre as direções da Fundação Bienal de São Paulo e da seção paulista do Instituto de Arquitetos do Brasil aparentemente pôs fim à parceria das duas entidades para a montagem da próxima Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo (BIA), que estava programada para 2011. O problema ficou explícito na posse de novos conselheiros da fundação, ocorrida no dia 17 de agosto, quando o presidente Heitor Martins apresentou o calendário do próximo ano. No lugar da mostra arquitetônica tradicionalmente organizada pelas duas instituições consta a realização de um evento de grande porte com o acervo do Museu de Oslo (Noruega). A ausência da BIA foi percebida e questionada por um dos conselheiros, e foi assim que o assunto veio à tona. O conselheiro Jorge Wilheim havia marcado, para uma hora antes da cerimônia de posse, uma reunião com os arquitetos que fazem parte do conselho e comunicara a eles que a bienal de arquitetura não seria montada no ano que vem.

Relações desgastadas
As relações entre o IAB/SP e a Fundação Bienal já vinham se desgastando há algum tempo. A maior parte dos conselheiros da fundação não se importa com o evento arquitetônico, que, na opinião deles, só dá dor de cabeça. Entre os arquitetos que trabalham para a realização da mostra, por outro lado, é opinião corrente que a fundação pouco auxilia na montagem da BIA, restringindo sua participação praticamente à cessão do pavilhão no parque Ibirapuera.

O choque de posições ficou evidenciado em uma troca de correspondência entre as entidades, na qual o assunto eram pendências financeiras da 8ª BIA, realizada no ano passado. Em carta datada de 20 de maio passado, a presidente do IAB/SP, Rosana Ferrari, não reconheceu a dívida de pouco mais de 164 mil reais que está sendo cobrada pela fundação. Rosana afirma que o IAB/SP na verdade tem crédito nessa operação, pois a verba da montagem do espaço ocupado pela Pirelli naquele evento foi dividida entre as duas entidades organizadoras. O tom seco da carta da presidente do instituto paulista deixou Martins irritado. Ele respondeu de forma educada, reafirmando a dívida, mas não toca no assunto do futuro da bienal.

Na própria reunião de posse, alguns conselheiros lamentaram o ocorrido e cogitaram a montagem de outro evento, sem a participação do IAB/SP. Especula-se que ele poderia ser realizado na Oca, no Ibirapuera, e organizado em parceria com a Direção Nacional do IAB (IAB/DN).

Concurso deve resgatar obra de Rino Levi

De 10 de agosto a 10 de novembro estarão abertas as inscrições para o Concurso Otec de Eficiência Energética para Edifícios Existentes - Edição Ibope 2010. Promovida pela consultoria de sustentabilidade Otec, a competição conta com o apoio da revista PROJETO DESIGN e tem por objetivo selecionar a melhor proposta de redução de consumo de energia elétrica a ser implantada durante retrofit do edifício Plavinil Elcor, localizado na alameda Santos, em São Paulo. O prédio é ocupado há 11 anos pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), que gasta anualmente meio milhão de reais com as contas de luz.

Projetado em 1961 pelo escritório Rino Levi Arquitetos Associados, o prédio nunca chegou a ser considerado um ícone da arquitetura brasileira, mas em meados da década de 2000 passou por uma questionável reforma que comprometeu sua identidade. Na época, a intervenção foi apontada pelo arquiteto Antonio Carlos Sant'Anna, que foi sócio do escritório de Rino Levi, como “desastrosa e desrepeitosa” (leia matéria). As principais descaracterizações envolveram a retirada dos brises cerâmicos originais da fachada e as mudanças para pior no pavimento de acesso, desenhado a quatro mãos por Levi e Burle Marx.

Ao colocar como pré-requisito a recuperação do conceito do projeto original, o concurso abre a possibilidade para o resgate histórico do projeto criado por um dos personagens mais importantes da arquitetura moderna brasileira. O arquiteto Paulo Bruna, que também foi sócio do escritório de Rino Levi, integra a comissão julgadora.

A competição é aberta e profissionais, estudantes e acadêmicos da construção civil e o vencedor receberá prêmio no valor de 50 mil reais. Além disso, poderá ser contratado pelo proprietário do edifício, em parceria com o Ibope, para desenvolver o projeto executivo do retrofit. O prazo de entrega dos trabalhos vai até 28 de janeiro de 2011 e a solenidade de premiação será realizada em março do mesmo ano. Mais informações e inscrições: www.concursootec.com.br

Concurso para casa muito barata seleciona arquiteto brasileiro

Alvaro Puntoni está entre os trinta arquitetos finalistas do concurso A House in Luanda: Patio and Pavilion. O objetivo do concurso é identificar projetos de habitação unifamiliar cuja construção seja radicalmente barata. Os projetos devem ter 100 m2, capacidade para abrigar entre sete e nove pessoas e levar em conta que estão destinados à cidade de Luanda, que sofre uma enorme pressão demográfica e passa por intenso processo  de transformação. O concurso é promovido pela Trienal de Lisboa e Trienal de Luanda. Agora, os autores dos projetos finalistas deverão desenvolver maqueta de apresentação da sua proposta.

Lançamento Eternit | Placa Cimentícia

É impressionante como esse novo sistema pode ajudar e muito, a diminuir o prazo de execução de obras, além de ser um material de ótima qualidade.

Encontrei no site www.arquitetura.com.br uma matéria super interessante. Dois amigos dão seu testemunho sobre essa ótima inovação e agradecem ao novo sistema por poder realizar o sonho de construir um restaurante.

Após o planejamento e a compra do imóvel, se depararam com limitações na edificação que não comportavam a instalação do projeto.
A empresa Al Gesso assumiu o compromisso de entregar a obra em apenas 3 meses utilizando o sistema Steel Frame; utilizaram o Eterplac (placa cimentícia Eternit) para os fechamentos externos e áreas molhadas. Na cobertura foram utilizadas telhas de fibrocimento ondulada Eternit.

Veja a matéria completa clicando no lik abaixo, ou se preferir clique aqui para visitar o site da Eternit:
Arquitetura.com.br


Espero que esse novo sistema possa ser útil também as suas construções.

Boa tarde,
Fabio.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Workshop: Melhoria Contínua em Projeto, Execução e Manutenção de Estruturas

Abaixo segue todas as informações do evento que vai ocorrer amanhã, no estado de São Paulo.


  • Workshop: Melhoria Contínua em Projeto, Execução e Manutenção de Estruturas
  • Início:27.08.2010Término:27.08.2010
  • Organizador: ABECE
  • Estado: São Paulo / São Paulo
  • Local: Transamérica Expocenter - Auditório 8
  • Telefone: 11 - 3938-9400
  • Website: www.concreteshow.com.br/index.php?canal=eventos&pgID=210610-224558-63d951a1
  • Maiores informações:
    "Dando continuidade a nossa tradição dentro do Concrte Show, nosso evento reunirá os agentes de toda a cadeia da construção com o objetivo de atingir a excelência em nossos empreendimentos. Só uma visão abrangente e uma mudança de postura de todos poderá operar uma melhoria em nossa performance garantindo confiabilidade e desempenho adequados." Marcos Monteiro - Presidente da ABECE

    Destinado a projetistas, tecnologistas, construtores e fornecedores de concreto, esse Workshop apresentará conclusões que trarão impacto imediato no dia a dia das obras de concreto.



    Programação

    8h – 8h50
    Welcome Coffee

    8h50 – 9h00
    Abertura

    9h – 9h50
    Palestra 1:
    “Dosagem e controle de concreto sob o enfoque de vida útil” Projeto do concreto, materiais, ensaios e a sua ligação à manutenção e vida útil da estrutura.

    Palestrante: Prof. Carlos Britez Engenheiro Civil Doutorando da EPUSP (Escola Politécnica da USP) Diretor da empresa PhD Engenharia Ltda.

    09h55 – 10h50
    Palestra 2:
    “Normas de Desempenho -Atendimento e resultados esperados” Execução, prazos, atendimento da norma de desempenho, treinamento da equipe, antecipação dos resultados que se pretende.

    Palestrante: Eng. Carlos Alberto de Moraes BorgesEngenheiro Civil pela Faculdade de Engenharia da Fundação Armando Álvares Penteado Diretor Técnico da Construtora Tarjab desde 1983. Pós-graduado em Administração pela Fundação Getúlio Vargas MBA em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing Mestre em Engenharia pela EPUSP (Escola Politécnica da USP) Membro do Conselho Consultivo Sinduscon/SP, Vice Presidente de Tecnologia e Qualidade do Secovi/SP e Superintendente do Comitê Brasileiro da Construção Civil da ABNT.

    10h50 – 11h20
    Coffee Break

    11h20 – 12h10
    Palestra 3:
    “Minimizando Problemas” Projeto de estrutura, interpretação do projeto pela obra e criação de mecanismos de informação das necessidades do projeto para obra, execução e manutenção.

    Palestrante: Engª. Suely Bueno Vice-Presidente de Tecnologia e Qualidade da Associação Brasileira de Engenharia e Consultoria Estrutural – ABECE. Engenheira Civil pela EPUSP (Escola Politécnica da USP) Sócia do Escritório Técnico Julio Kassoy e Mario Franco Engenheiros Civis Ltda. Desenvolve projetos de edifícios altos e obras especiais. Eng. Thomas Carmona Diretor da Associação Brasileira de Engenharia e Consultoria Estrutural – ABECE. Engenheiro Civil pela FEFAAP Mestre em Engenharia pela EPUSP (Escola Politécnica da USP) Master pelo Instituto Eduardo Torroja de Ciências da Construção – Espanha Especialização em química de Cimento pelo Instituto Eduardo Torroja de Ciências da Construção Diretor Exata Engenharia e Assessoria SS Ltda.

    12h10– 13h
    Debates e Encerramento




    Valores

    Associados ABECE
    R$ 210,00 de 01/07 a 20/08/10
    R$ 240,00 a partir de 21/08/10

    Demais Profissionais
    R$ 270,00 até de 01/07 a 20/08/10
    R$ 300,00 a partir de 21/08/10

    Informações:
    ABECE
    eventos_abece@abece.com.br
    Tel. (11) 3938-9400

Planta Baixa | Sala de Aula

Boa tarde,

Estou postando a planta baixa de uma sala de aula.
Essa planta é bem fácil de fazer e pode servir de treino pra quem está começando a usar o AutoCad.

Para a confecção deste projeto foram utilizadas as seguintes layers:

ALVACAB (Alvenaria Acabada) - COR 5
ALVISTA (Alvenaria em Vista) - COR 4
COTAS (Medidas) - COR 7
ESQUADRIA - COR 2
INDICAÇÃO - COR 2
MOBÍLIA - COR 2
PISO - COR 4
PORTA- COR 2
PROJEÇÃO (Linha Dashed) - COR 6
SOLEIRA (Branco) - COR 7
TEXTO -  COR 3



Qualquer dúvida, mande e-mail para fabio.arquicad@gmail.com

Obrigado e boa sorte!

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Casa com 2 pavimentos

Boa tarde,
Segue abaixo, duas imagens referentes ao 1º e 2º pavimento da casa.

A planta em 3D será postada assim que eu terminar.


1º pavimento


2º pavimento

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Art-Teto Gesso

Boa tarde,
O post de hoje é pra quem está procurando empresas para decoração em Gesso, no Rio de Janeiro.

A empresa de hoje é:
Art-Teto Gesso
Toque de requinte e bom gosto em seu ambiente!

A Art-Teto Gesso oferece ótimos serviços em construções com Gesso Acartonado, além de oferecer excelentes materiais para os profissionais do ramo.
A empresa também é famosa por produzir as melhoras sancas e frisos do estado, talvez até do país.

Endereço: Avenida Monsenhor Félix, Nº 39, Vaz Lobo - Rio de Janeiro
Telefax: 021.2481-0068
Tel: 021.3902-9302
E-mail: art-tetogesso@hotmail.com

Visite o site | Art-Teto Gesso




 

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Construção civil: Prédio inteligente gera economia de 30%

 Olá, estou postando uma matéria que encontrei no site: www.arquitetura.com.br
Construção civil: Prédio inteligente gera economia de 30%
Genilson Cezar
Inovações garantem reciclagem de materiais, reutilização de água e eficiência energética

A construção de edifícios e casas dentro do conceito da sustentabilidade não é mais puro marketing. Várias construtoras investem no desenvolvimento de projetos que incorporam melhorias em eficiência energética. Políticas públicas incentivam a adoção de padrões inovadores para utilização de resíduos sólidos e evitar o desperdício de água. Diversas edificações no país foram classificadas a partir de critérios de sustentabilidade ambiental. A própria indústria de construção criou modelos para a produção de cimento e outros materiais de forma sustentável.

"No setor da construção civil, a conscientização do consumidor é mais fácil, porque essa é uma indústria que vai gerar mais economia para seus clientes. Por isso, a indústria não quer ficar fora do mercado da construção sustentável. O mundo corporativo quer entrar nesse jogo", diz Marcelo Takaoka, presidente do conselho deliberativo do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável.

"Nossa intenção é desmistificar o mito de que os prédios sustentáveis são muito mais caros. Uma pesquisa mundial mostrou que os prédios sustentáveis custam 5% a mais para serem construídos, mas proporcionam economia de 30% na utilização de vários recursos, como água e energia elétrica, por exemplo", diz Marina Grossi, presidente do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS). Recentemente, a entidade criou uma câmara técnica para mobilizar o empresariado do setor de construção no sentido de trabalhar na concepção de projetos de construção de prédios sustentáveis, a partir de metodologias de ecoeficiência.

A preocupação tem cabimento. A construção civil contribui com algo em torno de 15% do PIB brasileiro, tem importância estratégia na geração de emprego formais, mas, é uma das principais responsáveis pelo consumo dos recursos naturais extraídos. No Brasil, o consumo de agregados naturais somente na produção de concreto e argamassas, por exemplo, é de 220 milhões de toneladas. A indústria consome cerca de dois terços da madeira natural extraídas e a maioria das florestas não são manejadas adequadamente. É ainda uma das principais geradoras de poluição e o maior gerador de resíduos.

Mas é possível reverter esse cenário, utilizando-se inovações tecnológicas em reciclagem de materiais, reutilização de água, sistemas combinados de eficiência energética e outras soluções criativas, afirma Vanderley John, professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP). "Pode-se aumentar a sustentabilidade de qualquer empreendimento sem aumento de custos."

Os programas setoriais de qualidade de materiais e componentes de construção, executados por vários órgãos governamentais, estimulam à cadeia produtiva a desenvolver soluções mais adequadas do ponto de vista da sustentabilidade, diz o professor Orestes Gonçalves, também do grupo de pesquisadores da Poli. Gonçalves participou do programa setorial de louças sanitárias, dentro do Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade no Habitat (PBPQ-H), do Ministério das Cidades, que levou à padronização de todos os moldes de bacias sanitárias na faixa de 6,8 litros de água por descarga a partir de 2004 (antes eram de 12 e 18 litros por descarga). "Essa vantagem tecnológica não representou qualquer aumento nos custos e melhorou o desempenho das louças sanitárias", confirma John.

Além das novas tecnologias, as políticas públicas são consideradas fundamentais para a implantação do conceito de sustentabilidade. Um exemplo é o Programa Nacional de Eficiência Energética em Edificações (Procel Edifica), do Ministério de Minas e Energia, que desde 2007 certifica projetos comerciais que preveem redução de consumo e uso de energias alternativas, estimulando a adoção de ações nesse sentido, e a partir deste ano, em caráter experimental, passará a certificar também prédios residenciais. Segundo Marcelo Takaoka, da CBCS, em alguns anos, as construtoras que não aderirem à conservação energética ficarão fora do mercado. "O menor custo de operação e o aumento da vida útil do imóvel compensarão largamente o pequeno custo a mais da construção sustentável."

Efeito multiplicador dos propósitos de projetistas, arquitetos, engenheiros e da indústria de construção civil no desenvolvimento sustentável é a ação das agências de fomento e instituições financeiras. O Banco do Nordeste do Brasil, segundo seu presidente Roberto Smith, tem procurado investir na construção sustentável, apesar de pouco representativa para a instituição, mas que olha com interesse a movimentação do setor em relação ao PIB. A Caixa Econômica Federal, segundo Jean Benevides, gerente de meio ambiente, além de incorporar itens de eficiência energética e sustentabilidade em seus edifícios administrativos e agências, procura promover financiamentos em projetos habitacionais que valorizem aspectos de sustentabilidade - abastecimento de água, energia elétrica, coleta de lixo e transporte público.

Fonte: Valor Econômico - SP

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Introdução

Olá,

Falta pouco tempo pra eu começar a faculdade de Arquitetura e Urbanismo, e foi pensando nisso, que criei esse blog.
Vou utilizá-lo para mostrar um pouco dos trabalhos que tenho feito nos cursos de AutoCad Básico, Avançado e 3D.


Boa tarde!