quinta-feira, 7 de julho de 2011

Depois de mais de 30 anos escondido num dos vestiários do Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, o Clube do Choro veio à luz em grande estilo. Chamada de Espaço Cultural do Choro, sua nova sede incorpora uma escola de música e foi projetada por Oscar Niemeyer. É um Niemeyer em pequena escala - pouco mais de 2,5 mil metros quadrados -, talvez por isso mesmo mais afinado com os melhores momentos do arquiteto.


“Ficamos reunidos das nove da manhã às quatro da tarde e ele quis conhecer todos os detalhes do nosso trabalho.” É assim que o presidente do Clube do Choro de Brasília, Henrique Lima Santos Filho, conhecido entre os músicos como Reco do Bandolim, relata seu encontro com Oscar Niemeyer, na segunda metade da década de 2000.
Depois de dez anos, o trabalho de formiguinha idealista em prol da instituição - Reco conta que, muitas vezes, usou seu salário de jornalista para pagar despesas do clube - passava a ser reconhecido por várias pessoas, entre elas o mais famoso arquiteto brasileiro, que convidou o instrumentista para ir a seu escritório no Rio de Janeiro e se propôs a desenvolver o projeto de uma nova sede para a entidade e para a Escola de Choro, depois batizada com o nome de Raphael Rabello. Reco recorda de Niemeyer ter dito que se ressentia da falta de espaço para o ritmo na mídia em geral.

Aproximadamente oito meses depois dessa reunião, o arquiteto apresentou e doou ao clube o projeto, que foi desenvolvido com a colaboração de Fernando Andrade, representante em Brasília do estúdio de Niemeyer. Implantado no Setor de Divulgação Cultural (SDC) no Eixo Monumental, o Espaço Cultural do Choro fica ao lado do Centro de Convenções Ulysses Guimarães, que antes abrigava, em seus vestiários, a sede da entidade.
O conjunto didático-cultural é composto por um auditório (uma espécie de teatro-bar, na definição do presidente do clube) de 400 lugares e o espaço destinado às atividades de ensino, frequentadas atualmente por cerca de 800 alunos - Reco acredita que esse número pode aumentar com a nova sede e também em função de uma parceria acertada com a Universidade de Brasília.
A edificação é formada por um único volume de planta semicircular. Andrade explica que a construção é composta por três setores bem definidos: salas de aulas, sala de concertos/ teatro-bar e pátio de convivência. Salas de aulas, oficina e salas de estudos individuais distribuem-se na ala mais próxima da periferia, enquanto o espaço para apresentações fica mais ao centro, conectado ao pátio.
Embora só agora tenha conseguido instalações à altura de sua importância cultural - o jornalista Sérgio Cabral, historiador e pesquisador da música popular brasileira, afirmou que o Clube do Choro é uma das mais importantes instituições do país -, esse gênero musical originário do Rio de Janeiro embala a gênese de Brasília.
Nos registros do clube consta que, já nas primeiras visitas que fez à futura capital, o presidente Juscelino Kubitschek foi acompanhado do violonista Dilermando Reis, que animava as noites do Catetinho. Na década seguinte, Jacob do Bandolim, excepcional músico e célebre chorão, também passou temporadas na capital para cuidar da saúde e, nesses períodos, participou de apresentações memoráveis na residência da pianista Neusa França.
Dessas rodas de choro costumavam tomar parte músicos/funcionários públicos que tinham vindo da antiga capital. Foram essas exibições e o bandolim de Jacob que fizeram germinar a semente do clube, que ganharia uma sede em 1977 - Elmo Serejo Faria, então governador do Distrito Federal, cedeu aos chorões um espaço para se instalarem: os vestiários do Centro de Convenções Ulysses Guimarães.
Houve, porém, um período, em que o clube parecia condenado. No início da década de 1990, o governo quis retomar o espaço, pois desde 1983 não havia mais apresentações na casa do choro, que, abandonada, serviu até de moradia a mendigos. Foi nesse momento que Reco do Bandolim, nascido na Bahia e musicalmente formado ouvindo rock - “sou da geração Woodstock”, afirma -, mas também identificado com o ritmo, assumiu a presidência e a tarefa de revigorar a entidade.
Um dos mais recentes projetos de Niemeyer concluídos em Brasília, o Espaço Cultural do Choro deve ser aberto em maio. Em janeiro, o Ministério da Cultura assinou convênio com a instituição e iria repassar a ela recursos para a compra de mobiliário, equipamentos audiovisuais e instrumentos musicais para a escola.



Área de convivência
Conjunto foi concluído em dezembro e deve ser aberto em maio
A circulação central organiza o fluxo na ala que tem as salas de aulas coletivas, de um lado, e espaços individuais de estudo, do outro

Sala de aulas da Escola de Choro Raphael RabelloDe escala modesta, simples e elegante, a arquitetura do conjunto aproxima-se mais das notáveis obras do arquiteto do que de suas recentes construções de grande porte. Para defini-la, pode-se recorrer ao próprio gênero musical que acolhe, e o espaço seria como o título de um dos mais conhecidos choros de Waldir Azevedo: delicado.


Texto de Adilson Melendez

Publicada originalmente em PROJETODESIGN

Edição 375 Maio de 2011

Nota; Formado engenheiro-arquiteto pela Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, em 1934, Oscar Niemeyer continua em atividade, aos 103 anos de idade. Uma de suas obras mais recentes é a Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves, em Belo Horizonte

Veja a notícia completa em: http://www.arcoweb.com.br/arquitetura/oscar-niemeyer-centro-cultural-06-07-2011.html



Deus é fiel!

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

QUE MÃO DE OBRA!

Imagine que sua construção é uma empresa e você o encarregado de selecionar o pessoal para trabalhar. Prepare-se, então, para encarar uma árdua tarefa - há muitos profissionais disponíveis, mas falta qualidade nos serviços. A melhor saída é a indicação!

Cansada dos azulejos do banheiro, a moradora resolveu trocá-los por outros mais alegres. Como o serviço parecia simples, não perdeu tempo na pesquisa de mão-de-obra e contratou o assentador de piso que ofereceu o menor preço. A animação com a reforma durou pouco: no segundo dia de trabalho, ele acertou uma marretada na tubulação do prédio, deixando todos os condôminos sem água e sem esgoto. E a simples troca de azulejos transformou-se em um transtorno para o prédio.
A experiência desastrosa fez a moradora concluir que ela havia desrespeitado uma das premissas básicas da construção, o cuidado na escolha da mão-de-obra. "Sem uma boa equipe de funcionários, a casa cai. E o barato acaba saindo caro." Se a seleção não for boa, provavelmente acarretará maiores custos, desperdício de material, atrasos e muito desgaste.
Crise atrai aventureiros. Essa sempre foi uma tarefa dura, mas há três anos o problema ganhou nova dimensão. "Com a crise econômica, os preços dos serviços tornaram-se ainda mais variados. O profissional, para aumentar sua renda, acaba fazendo trabalhos para os quais não está preparado. Esses fatores dificultam a escolha e aumentam a probabilidade de erros durante a obra".
Mas, se por um lado o mercado está inchado - repleto de aventureiros que se lançam na construção civil -, há muitos trabalhadores interessados em se reciclar. "Cerca de 13 000 profissionais passam anualmente pelos nossos treinamentos. A médio prazo, isso significa um aumento na qualidade dos serviços", prevê a coordenadora de desenvolvimento do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon). Para facilitar a identificação do bom empregado, o sindicato, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), lançará no próximo ano uma avaliação para operários que tenham ou não feito os cursos dessas entidades. Os aprovados receberão certificados, que poderão servir como uma espécie de carta de apresentação. Hoje em São Paulo, a Escola Senai Orlando Laviero Ferraiuolo - conhecida como Senai da Construção - indica alunos formados pelos seus cursos.
A indicação é o melhor caminho. Enquanto essa avaliação não sai, a principal recomendação para não cair em armadilhas é trabalhar com mão-de-obra indicada por seu arquiteto ou engenheiro. Caso ele não vá acompanhar a construção, você pode pedir uma consulta extra e assessoria na escolha. Bastante cuidadoso, o gerente de banco de São Paulo, seguiu as sugestões à risca. "Estou estudando orçamentos há sete meses e encontrei valores com até R$ 10 000,00 de diferença. Para chegar a uma decisão, levei a arquiteta da obra para conferir os serviços dos pedreiros indicados", conta.

OS PASSOS PARA UMA BOA ESCOLHA

  • Peça indicação para quem reformou ou construiu - amigos, parentes ou arquitetos.

  • Visite uma obra feita pelo candidato, ou telefone para quem o contratou e certifique-se sobre a qualidade do serviço.

  • Peça pelo menos três orçamentos para o mesmo serviço.

  • Não leve em conta apenas o valor. É preferível economizar no preço do material e contratar uma mão-de-obra capacitada do que colocar uma matéria-prima cara em mãos despreparadas.

  • Faça as seguintes perguntas-chave ao candidato: há quanto tempo trabalha no ramo; quando foi seu último serviço; se atua em equipe; se fez cursos e se tem referências.

  • Evite o trabalhador que se dispõe a fazer tudo.
    Contrate-o para executar sua especialidade.

  • Para impedir acréscimos, peça um orçamento com o valor total do serviço. Preços por dia ou m2 podem guardar surpresas.

  • Antes de iniciar a obra, prepare um documento com detalhes sobre pagamento, serviço e prazos e inclua as assinaturas das duas partes e de duas testemunhas. Não é preciso registrá-Io em cartório. E lembre-se: trabalhos temporários não estabelecem vínculo empregatício. lsso só acontece quando a prestação de serviço é constante, com pagamentos regulares de salário. Inclusive, se ocorrer acidente em sua obra com o trabalhador, você não é responsável - a menos que tenha desrespeitado as condições de segurança.
Veja na página Show Room da Casa, indicações de profissionais qualificados
Fonte: Revista Arquitetura e Construção - Dezembro/99
Para ler esta reportagem na íntegra procure a fonte citada em bancas ou bibliotecas
de sua cidade
.




"E foi também congregada toda aquela geração a seus pais, e outra geração após eles se levantou, que não conhecia o SENHOR, nem tampouco a obra que fizera a Israel."
Juízes 2:10

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

ARQUITETURA COMERCIAL - FACHADA!

A IMPORTÂNCIA DA BOA ARQUITETURA PRESENTE EM SEU COMÉRCIO!

Não há dúvidas de que um ambiente bonito, funcional e confortável favorece o bom desenvolvimento do trabalho dos funcionários de uma loja e estimula as compras por parte dos clientes.

Essa preocupação, é claro, deve estar presente em todo o conjunto da loja, desde seus depósitos e áreas de serviço, passando pela área de vendas até alcançar a fachada. Isto demonstra a preocupação do empreendedor com os detalhes e com certeza, em um mundo altamente competitivo, são os detalhes que fazem a diferença.

Daí a importância de que uma loja já tenha uma boa apresentação naquela sua parte que pode ser considerada um verdadeiro cartão de visitas: a fachada. Sendo a fachada a primeira

referência física da loja para o público, pode fazer realmente a diferença e transformar um pedestre, um motorista ou um passageiro, efetivamente, em um cliente.



Não é recomendável aguardar até que a fachada apresente um aspecto deteriorado para reformá-Ia: o empreendedor deve estar permanentemente atento a manter sempre 100% este elo de comunicação com sua clientela atual e potencial. Não bastasse o desgaste natural dos elementos que fazem parte de uma unidade de varejo, o mundo dos negócios muda muito velozmente e é importante acompanhar as transformações nas expectativas do mercado.

Não é por acaso que as fachadas geralmente são bem elaboradas. Sem causar uma boa impressão desde o primeiro momento, os esforços de vendas terão que ser redobrados quem sabe, apenas para suprir uma primeira comunicação deficiente.

Esta é pois a palavra chave quando se fala de fachadas para uma loja: comunicação. A fachada será tão mais eficiente como elemento de apoio às vendas, quanto maior for sua capacidade de comunicar às pessoas tudo aquilo que a loja que lhe está por trás pode potencialmente oferecer.



A primeira idéia que deve ser passada de imediato é a de cuidado, asseio e limpeza. Não adianta criar uma bela fachada se não for realizada uma manutenção adequada, que muitas vezes não vai além da água e sabão. Ou seja, para combater aquele indesejável depósito de poeira e fuligem que tanto prejudica a leitura correta dos elementos da fachada e para demonstrar que o empreendedor trata com carinho seu negócio, a fachada deve ser mantida sempre limpa e bem conservada. Eventualmente, uma limpeza básica deve ser suficiente. Se já houver sinais de deterioração, porém, é recomendável que se providencie uma reforma, nem que seja apenas um retoque na pintura - para que a fachada continue com seu grande poder de comunicação. É indispensável, portanto que os elementos da fachada sejam de fácil manutenção e que o acesso a eles seja prático.



Em se falando de limpeza, existe um outro tipo de poluição que ataca muitas das fachadas de lojas: não se trata desta vez de poeira, fuligem, nem chuvas ácidas: estamos falando da tão temida poluição visual. Às vezes, envolvidos pelo entusiasmo de faturar um pouco mais, alguns empreendedores fazem um verdadeiro loteamento de suas fachadas para informações de seu negócio ou publicidade de fornecedores. Não queremos dizer que estas formas de comunicação e faturamento são erradas, muito pelo contrário, podem contribuir positivamente para o negócio, desde que guardados certos limites. Deve-se portanto, evitar uma poluição visual excessiva que prejudique a leitura por parte do público pelo excesso de informações, ou que transmitam uma idéia de bagunça, desorganização.

Uma vez definidos estes critérios, a preocupação imediata deve ser com a harmonia dos elementos que compõem a fachada. O próprio prédio que abriga a loja tem algumas características arquitetônicas específicas: volumes, reentrâncias, janelas, portas, marquises, frisos, telhado, etc. que devem ser consideradas.



Outro elemento importante são os materiais de revestimento. A escolha correta dos materiais pode enriquecer visualmente a fachada transmitindo diversas idéias. Materiais nobres como pedras, alumínio, vidros especiais tendem a valorizar o projeto. Entretanto, materiais simples, como pintura podem também causar boa impressão desde que utilizados com critério, buscando harmonia com o conjunto e mantidos sempre bem conservados. O que não funciona, por exemplo, é escolher materiais caros, sofisticados, mas que não combinem entre si. Ou que pela falta de manutenção adquiram rapidamente um aspecto de desleixo e decadência. É importante, em todos os casos, manter em mente o público-alvo a quem se destina o estabelecimento. Como exemplos, um excesso de materiais nobres pode causar a impressão da prática de preços altos em um bairro periférico de baixa renda, enquanto um acabamento excessivamente simples pode comprometer o visual de estabelecimentos instalados em regiões de maior poder aquisitivo da cidade. Deve-se dar preferência aos materiais mais resistentes, duráveis, que não acumulem poeira e que sejam de fácil manutenção. Os materiais perto dos olhos do público e dos clientes também devem receber um melhor acabamento, enquanto aqueles vistos apenas à distância podem ter um acabamento simplificado.



Toldos e marquises especiais, bastante comuns em lojas de varejo, são elementos que merecem toda a atenção. Uma vez que têm uma função prática bem definida, que é a de proteger os clientes das intempéries quando estão chegando ou saindo da loja com suas compras, este toldos e marquises devem combinar, devem dialogar com o restante da fachada. Deve-se evitar a sensação de que foram colocados às pressas, que foram forçosamente adaptados ou que não combinem visualmente com o prédio ou com a comunicação visual.

Outro elemento que deve se harmonizar com os restantes é exatamente a comunicação visual. Os letreiros da loja, assim como os de patrocinadores, devem manter uma ordem que, como recomendamos acima, não venha a poluir e transmitir uma idéia de desorganização na fachada. Em termos de hierarquia, o nome da loja deve sempre vir em destaque. Ou seja, o usuário não pode ter dificuldades para identificar o nome e ramo de atividade de uma loja de varejo. Isso pressupõe que os letreiros que identificam a loja estejam em local de destaque, com boa visibilidade e iluminação adequada e que tenham "peso" visual compatível. Não vale exagerar em painéis de patrocinadores minimizando o nome do estabelecimento. Tudo deve ter sua importância relativa e equilibrada na fachada. Os letreiros, painéis e semelhantes também devem ser bem conservados. Se estiverem sujos ou com lâmpadas queimadas podem fazer até o efeito contrário que se deseja: assustar os consumidores. Os clientes poderão tirar conclusões às vezes erradas: "se 'ele' cuida tão mal assim da fachada, que é seu cartão de visitas, como estará cuidando das suas dependências internas?".



Os custos de manutenção e operação de uma Unidade de Varejo, desde o layout da loja até a fachada também podem ser minimizados a partir de um bom projeto de arquitetura e programação visual. Ao projetar, todos os fatores que concorrem para a construção de uma fachada bonita e eficiente podem ser estudados e harmonizados antes da execução, garantindo um melhor resultado final. Um bom Projeto de Arquitetura para a fachada de uma Unidade de Varejo deve buscar ao mesmo tempo relacionar a loja com a vizinhança, sem agredi-Ia, sem causar transtornos desnecessários aos vizinhos (que enfim, são clientes também) mas também fazendo com que a edificação marque sua presença e seja rapidamente identificada pelo público consumidor como uma Unidade de Varejo competitiva.



Abaixo incluímos uma lista de rápida sobre o que fazer e o que evitar quando o assunto é reformar a fachada de uma loja de varejo:



O QUE FAZER:



Fachadas que se harmonizem com a vizinhança mas que marquem sua presença;

Fachadas com espaços previstos e adequados para publicidade/merchandising;

Fachadas que reforcem a personalidade da Unidade de Varejo, eventualmente podendo se tornar uma "marca registrada" da loja, inclusive em futuras expansões

Fachadas que agradem ao maior número de pessoas, principalmente, é claro, os clientes;

Fachadas de manutenção simples

Fachadas e acesso à loja bem iluminados, dando ampla visão à comunicação visual e outros elementos do prédio que mereçam um destaque;

Cuidar da calçada como parte integrante da fachada, estabelecendo locais apropriados para o acesso de pessoas com dificuldade de locomoção e para a guarda de carrinhos de compras;

Manter a frente da loja sempre limpa e organizada, inclusive com lixeiras e, quem sabe, espaços ajardinados que amenizam o ambiente;

Reservar áreas apropriadas para o estacionamento de veículos para que estes não ocultem trechos importantes da fachada (que é um apelo de vendas) e não prejudiquem o trânsito de pedestres e dos próprios clientes.

Instalar elementos de comunicação visual como letreiros elou tótens que destaquem a loja com elegância e que possam ser vistos a uma maior distância ou rapidamente lidos por condutores de veículos, indicando acessos e outras informações que forem importantes aos clientes



O QUE EVITAR:



Fachadas que se destaquem excessivamente na paisagem causando transtorno para a vizinhança;

Fachadas poluídas com excesso de publicidade ou com peças colocadas em locais inadequados;

Fachadas repetitivas ou que simplesmente copiem a concorrência sem demonstrar personalidade;

Fachadas cuja principal ou única vantagem seja a facilidade de execução, ou preço reduzido, ou o gosto do empreendedor. O mais importante é o gosto do cliente e do mercado.

Fachadas de difícil manutenção, pois uma fachada simples mas bem mantida é melhor do que uma sofisticada mas deteriorada;

Trechos escuros e sem vida, penumbras e acessos complicados à loja que provoquem insegurança nos clientes ou na vizinhança.

Calçadas sujas, mal executadas, com buracos ou ressaltos, com degraus desiguais - muito baixos ou muito altos, ou ainda, com o meio-fio muito alto.

Frente da loja tumultuada, suja pela falta de lixeiras para os freqüentadores; caixas de madeira ou papelão empilhadas; Frente da loja muito árida sem árvores ou jardins ou até mesmo sem coberturas que ofereçam sombra e abrigo da chuva para os clientes e pedestres. Lembremos que um jardim bem cuidado sempre transmite uma idéia de zelo.

Áreas de estacionamento mal projetadas, em espaços exíguos ou em vias de alto tráfego que dificultem as manobras; áreas de estacionamento que ocultem a própria entrada da loja exigindo malabarismos dos clientes; Dar prioridade aos veículos quando a prioridade correta é para as pessoas que podem ter sua segurança comprometida por um fluxo inadequado de veículos.

Letreiros mal proporcionados, muito pequenos que não possam ser lidos rapidamente ou muito grandes e que agridam ao prédio da loja, aos vizinhos e à cidade; Sinalização inadequada que confunda ou desoriente os clientes ou que possa provocar acidentes.
 
 
"Portanto, o mesmo Senhor vos dará um sinal: eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel."
Isaías 7:14

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Programação das feiras e eventos - Setembro

Construir Brasília 2010 - Feira Internacional da Construção


◦Data: de 29 de setembro a 02 de outubro / 2010

◦Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães - Brasília - DF

◦Horário: 4ª a 6ª feira - das 14h às 22h
sábado - das 13h às 21h

Mais informações: www.feiraconstruir.com.br/df







Construir Minas 2010 - Feira Internacional da Construção

"Além de conferir o melhor da construção, os profissionais do setor vão poder participar de palestras, conferências e congressos voltados para atualização profissional".



◦Data: de 15 a 18 de setembro / 2010

◦Local: Expominas - Belo Horizonte / MG

◦Horário: 4ª a 6ª feira - das 14h às 22h
sábado - das 13h às 21h

Mais informações: www.expoconstrucao.com.br







20ª Feira Nacional da Louça e Feira de Decoração, Artesanato e Produtos para o Lar

Tradicional feira que faz da cidade Campo Largo a “Capital Nacional da Louça”.



◦Data: de 2 a 12 de setembro / 2010.

◦Local: BR 277 - Ginásio da Rondinha (Polentão), ao lado da Igreja São Sebastião - Campo Largo / PR

◦Ingresso: R$ 3,00
Maiores de 60 anos e menores de 12 anos não pagam.



Nossa Casa - Feira do Lar e Decoração

◦Data: 03 a 12 de setembro / 2010

◦Local: Mendes Convention Center - Santos / SP

Mais informações no site: www.diretriz.com.br





13ª Fiaflora ExpoGarden - São Paulo

Principal evento do Paisagismo, Jardinagem, Lazer e floricultura da América Latina.



◦Data: de 23 a 26 de setembro / 2010

◦Local: Anhembi, São Paulo / SP

◦Horário: dias 23 e 24 de setembro - das 12:00 às 21:00 h
dias 25 e 26 de setembro - das 10:00 às 21:00 h

Mais informações no site: http://www.expogarden.com.br/





7º Home Art - Joinville

A Home Art tem como objetivo apresentar ao mercado consumidor de Santa Catarina as melhores opções de produtos e serviços do segmento de móveis e decorações.



◦Data: de 10 a 19 de setembro / 2010

◦Local: Centro de Eventos Cau Hansen Expocentro Edmundo Doubrawa - Av. José Vieira, 315 - Bairro América - Joinville / SC

◦Horário: 2ª a 6ª feira - das 16:00 às 22:00 h
Sábados - das 14:00 às 22:00 h
Domingos - das 14:00 às 21:00 h

◦Ingresso: R$ 6,00
Menores de 12 anos não pagam
 
 
 
"Quem é fiel no mínimo também é fiel no muito; quem é injusto no mínimo também é injusto no muito."
Lucas 16:10

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Rio Arquiday Show

Boa noite,

No dia 16 de setembro, haverá um evento imperdível no Rio de Janeiro.

O principal objetivo do evento é a divulgação da arquitetura carioca, potencial, oportunidades, e investimentos no Estado, troca de experiências entre clientes corporativos, investidores, construtoras e arquitetos.

O evento se destina a:

Investidores, Clientes financiais corporativos, Arquitetos, Contrutores, Engenheiros e Órgãos Públicos.

Não perca a oportunidade pois a entrada é franca e as vagas limitadas.




Para obter mais informações e visualizar o convite eletrônico, visite o site da Flex Eventos.





Deus é fiel!